Acadêmio | PUCPR 2016

Irtyu

editorial.

Irtyu vêm do egípcio azul. Em 1858, ao ler “A Odisseia” de Homero, William Gladstone, notou que nada foi descrito como sendo de cor azul. O filologista Lazarus Geiger aprofundou os estudos de Gladstone, e notou que além dos Gregos, também Islandeses, Coreanos, Hebreus e Hindus “não conheciam” o azul. A única cultura antiga que desenvolveu um vocábulo para azul, foi a Egípcia. E não apenas o vocábulo.

CaCuSi4O10

Durante os séculos XVII e XVIII, químicos europeus buscaram alternativas sintéticas aos caros pigmentos minerais, até que em 1848, o químico alemão Johann Adolf von Baeyer descobriu uma fórmula de Índigo Sintético. Cerca de 4500 anos antes, frente as mesmas circuntâncias, os egípcios desenvolveram o chamado Azul Egípcio, o primeiro pigmento sintético da história.

Estudos mostram que civilizações não conseguem distinguir uma cor se não tiver uma palavra para esta. Esta publicação, é uma apresentação da cor azul por meio da linguagem da civilização que, seja por sua cultura, arquitetura ou ciência, sempre se mostrou estar à frente de seu tempo.

PRÊMIOS

  • Prêmio Antônio Fontoura 2015
    Melhor trabalho desenvolvido por um aluno entre todos os alunos dos quatro anos dos quatro cursos de Design da PUCPR